Entenda o que é fluxograma de processos, seus símbolos, tipos e como criar um fluxo funcional com swimlanes aplicado à engenharia.

Confira!

O fluxograma de processos é uma representação visual da sequência de atividades, decisões, entradas, saídas e retornos que compõem um fluxo de trabalho. Ele transforma descrições dispersas em um desenho que permite enxergar como a demanda avança, onde muda de responsável e em quais pontos pode ser aprovada, rejeitada, devolvida ou encerrada.

Em empresas de engenharia, o fluxograma ajuda a organizar processos que envolvem elaboração técnica, verificação, aprovação, controle documental, suprimentos, obra, fiscalização, fornecedores e cliente. Seu valor não está apenas em tornar o processo mais fácil de apresentar. Um desenho bem construído revela esperas, transferências, duplicidades, responsabilidades indefinidas e caminhos de retrabalho.

O que é um fluxograma de processos?

Fluxograma de processos é um diagrama que utiliza formas geométricas e setas para representar a ordem das atividades e as condições que direcionam o fluxo. Cada símbolo possui uma função: indicar início ou fim, mostrar uma atividade, registrar uma decisão, identificar um documento ou conectar partes do desenho.

O nível de detalhe pode variar. Um fluxograma executivo mostra apenas macroetapas e decisões principais. Um fluxograma operacional apresenta atividades, responsáveis, documentos e retornos. Quando o processo precisa representar eventos, mensagens, participantes independentes e exceções com semântica formal, a BPMN tende a ser mais adequada.

O fluxograma não substitui o levantamento do processo. Antes de desenhar, é necessário compreender como o trabalho realmente ocorre, quais entradas são necessárias, quem participa e quais resultados caracterizam o encerramento.

O fluxograma não começa nos símbolos. Primeiro devem ser definidos objetivo, fronteiras, participantes e processo real; só depois o fluxo é transformado em diagrama.

Para que serve um fluxograma de processos?

A primeira função do fluxograma é criar entendimento compartilhado. Áreas diferentes frequentemente descrevem o mesmo processo de maneiras incompatíveis porque cada uma conhece apenas sua própria etapa. Ao reunir o fluxo de ponta a ponta, o desenho torna visíveis as interfaces e permite discutir o processo completo.

Ele também apoia análise e melhoria. Tempos de espera, retornos sucessivos, aprovações redundantes e transferências sem critério ficam mais evidentes quando representados visualmente. O fluxograma pode ainda servir como base para procedimentos, treinamento, auditoria, definição de indicadores, desenho TO-BE e implantação de workflows.

Em processos de engenharia, é especialmente útil para aprovação documental, gestão de mudanças, RFIs, inspeções, não conformidades, medições, comissionamento, aceite técnico e contratação de fornecedores.

Quais são os principais símbolos de um fluxograma?

A simbologia pode variar conforme a ferramenta e o padrão adotado, mas um conjunto reduzido atende à maior parte dos processos corporativos.

Início e fim

O terminador, normalmente representado por uma forma oval ou retângulo com bordas arredondadas, indica onde o processo começa e em qual condição termina. O texto deve descrever um evento ou resultado observável, como “solicitação recebida” ou “revisão vigente liberada”.

Usar apenas “início” e “fim” reduz a utilidade do desenho. A fronteira precisa explicar o que dispara o fluxo e o que caracteriza sua conclusão.

Atividade ou processo

O retângulo representa uma ação executada por uma pessoa, área ou sistema. O nome deve combinar verbo e objeto: “validar requisitos”, “verificar memorial”, “registrar parecer” ou “publicar revisão”.

Atividades genéricas, como “análise” ou “processamento”, não deixam claro o que é feito nem qual resultado permite avançar.

Decisão

O losango representa uma condição que direciona o fluxo para caminhos diferentes. A pergunta deve ser objetiva e verificável, por exemplo: “Documento atende aos critérios técnicos?”. As saídas podem ser identificadas como “sim” e “não” ou por condições mais específicas.

A decisão não é uma atividade. Primeiro ocorre a análise; depois, o resultado dessa análise direciona o fluxo.

Documento e dados

Símbolos de documento podem representar desenhos, relatórios, formulários, pareceres e registros produzidos ou consultados. Bancos de dados, GED, ERP ou outros repositórios podem ser indicados quando sua presença é relevante para compreender o processo.

Nem todo arquivo precisa aparecer no desenho. Devem ser mostrados aqueles que influenciam responsabilidade, decisão, rastreabilidade ou continuidade do fluxo.

Conectores e setas

As setas indicam a direção do processo. Conectores permitem continuar o fluxo em outra área do diagrama ou em outra página sem cruzar muitas linhas.

Linhas que se cruzam, retornos longos e setas sem origem clara tornam o fluxograma difícil de interpretar. A organização visual deve apoiar a lógica, não apenas ocupar o espaço disponível.

Quais são os tipos de fluxograma?

Fluxograma linear

O fluxograma linear representa uma sequência simples de atividades e decisões. É adequado quando o processo possui poucos participantes e o principal objetivo é explicar a ordem do trabalho.

Sua limitação é não mostrar claramente quem executa cada etapa. Quando existem várias áreas, a sequência pode parecer organizada, mas as transferências de responsabilidade permanecem ocultas.

Fluxograma funcional ou swimlane

O fluxograma funcional distribui as atividades em faixas, também chamadas de raias ou swimlanes. Cada faixa representa uma área, função, papel ou sistema. A posição da atividade indica quem responde por sua execução.

Esse formato é muito útil para empresas de engenharia porque evidencia interfaces entre projetista, verificador, coordenador, controle documental, cliente e fornecedor. Transferências excessivas aparecem como setas que atravessam diversas raias.

Raias revelam interfaces. Em processos de engenharia, o fluxograma funcional mostra transferências entre projetista, verificador, coordenação, controle documental, fornecedor e cliente.

Fluxograma de macroprocesso

O fluxograma de macroprocesso apresenta uma visão executiva, com poucas etapas e decisões. Ele ajuda a comunicar o funcionamento geral, delimitar escopo e organizar uma arquitetura de processos.

Não deve ser utilizado como instrução operacional. Seu objetivo é contextualizar, não detalhar cada regra ou exceção.

Fluxograma documental

O fluxograma documental enfatiza documentos, registros, revisões e pontos de aprovação. Pode ser aplicado em processos de engenharia, qualidade, contratos e gestão documental.

É importante evitar transformar o desenho em inventário de arquivos. O foco deve permanecer na relação entre documento, atividade, responsável e decisão.

Fluxograma, SIPOC, BPMN e workflow: qual é a diferença?

As quatro abordagens atuam em níveis complementares.

FerramentaPergunta principalResultado
SIPOCQual é o contexto e a fronteira do processo?Fornecedores, entradas, macroetapas, saídas e clientes
FluxogramaQual é a sequência das atividades e decisões?Desenho do fluxo de trabalho
BPMNComo eventos, participantes, mensagens e exceções se comportam?Modelo com semântica padronizada
WorkflowComo o processo será executado e controlado?Estados, regras, permissões, SLA e registros

O fluxograma é mais simples que a BPMN e costuma ser suficiente para comunicação, procedimentos e análise inicial. A BPMN se torna mais útil quando o processo possui participantes independentes, eventos intermediários, paralelismo, mensagens, subprocessos ou requisitos de automação mais complexos.

Simplicidade tem limite. Quando eventos, mensagens, paralelismo e exceções se tornam centrais, a BPMN oferece uma representação mais precisa do que o fluxograma convencional.

Como fazer um fluxograma de processos passo a passo

Um bom fluxograma nasce do entendimento do processo, não da escolha dos símbolos. A construção pode ser organizada em oito etapas.

1. Defina o objetivo do desenho

Estabeleça por que o processo será representado. O objetivo pode ser documentar a operação atual, analisar gargalos, treinar uma equipe, redesenhar o fluxo ou preparar uma automação.

O uso pretendido determina o nível de detalhe. Um desenho executivo e uma especificação operacional não devem tentar atender ao mesmo público no mesmo diagrama.

2. Delimite início e fim

Defina o evento que inicia o processo e a condição que caracteriza seu encerramento. Em aprovação documental, o início pode ser a submissão formal para verificação e o fim pode ser a liberação da revisão vigente no repositório autorizado.

Fronteiras claras impedem que o desenho incorpore processos vizinhos e cresça indefinidamente.

3. Identifique participantes e fontes de informação

Reúna executores, gestores, aprovadores e representantes das interfaces. Consulte procedimentos, formulários, registros de sistemas, e-mails, indicadores e casos concluídos.

O fluxograma deve representar a prática real quando o objetivo é mapear o AS-IS. Copiar apenas o procedimento formal pode ocultar controles paralelos, retornos e decisões informais.

4. Liste as atividades na sequência real

Antes de desenhar, registre as atividades em ordem. Utilize verbos e objetos e separe ações de decisões. Comece pelo caminho mais comum e depois acrescente retornos e exceções relevantes.

Essa etapa pode ser realizada com cartões em workshop, o que facilita alterar a ordem sem redesenhar todo o diagrama.

5. Insira decisões e critérios

Identifique os pontos em que o fluxo muda de direção. Cada decisão precisa de uma pergunta clara e de condições de saída compreensíveis.

Quando a regra é extensa, o fluxograma pode apresentar a pergunta e remeter a uma regra de negócio ou critério técnico documentado separadamente.

6. Distribua responsabilidades em raias

Quando houver vários participantes, utilize um fluxograma funcional. Associe cada atividade à área ou papel que realmente a executa, não apenas à área formalmente responsável pelo processo.

As raias devem representar responsabilidades relevantes. Reproduzir todo o organograma torna o diagrama largo e difícil de manter.

7. Represente retornos, exceções e encerramentos alternativos

Inclua rejeições, correções, cancelamentos, ausência de informação e falhas que possuam impacto significativo. Um processo desenhado apenas para o cenário ideal não descreve a operação real.

Nem toda exceção precisa aparecer no mesmo nível. Casos complexos podem ser detalhados em subprocessos ou procedimentos complementares.

8. Valide e controle a versão

Percorra o fluxograma com casos reais e confirme atividades, decisões, responsáveis e documentos. A validação deve envolver pessoas de diferentes etapas.

Depois de aprovado, o desenho precisa de identificação, revisão, responsável e data. Mudanças no processo devem provocar avaliação conjunta do fluxograma, dos procedimentos, das responsabilidades e do workflow implantado.

Exemplo de fluxograma em um processo de engenharia

Considere a elaboração e aprovação de um memorial descritivo. O processo começa quando os requisitos e dados de entrada são disponibilizados. O projetista verifica se as informações são suficientes. Caso estejam incompletas, solicita complementação e aguarda retorno.

Com as entradas validadas, o projetista elabora o documento e o submete ao verificador. O verificador analisa conformidade técnica, consistência e interfaces. Uma decisão avalia se o memorial atende aos critérios. Quando não atende, o documento retorna ao projetista com comentários registrados.

Quando a verificação é concluída, o coordenador realiza a aprovação interna. Dependendo do contrato, o documento é enviado ao cliente para aprovação. Comentários contratuais podem gerar nova revisão e reiniciar parte do fluxo.

Após a aprovação final, o controle documental identifica a revisão vigente, registra o status e publica o arquivo no repositório autorizado. O processo termina quando a revisão está liberada e comunicada às áreas que dependem dela.

Em um fluxograma funcional, as atividades seriam distribuídas entre as raias de projetista, verificador, coordenador, controle documental e cliente. Isso permite observar quantas vezes a demanda muda de responsável e onde ocorrem os retornos.

Como representar decisões, devoluções e retrabalho

Decisões devem aparecer depois da atividade que produz a avaliação. Primeiro o verificador analisa; depois o losango pergunta se o documento atende aos critérios. Essa separação evita tratar o símbolo de decisão como se ele próprio executasse o trabalho.

Devoluções precisam retornar a uma atividade específica, como “corrigir comentários”, e não ao início genérico do processo. O fluxo deve deixar claro quais dados acompanham a devolução e em que condição o documento pode ser submetido novamente.

Quando o retrabalho é frequente, vale registrar motivos por categoria. O fluxograma mostra onde o retorno ocorre; os indicadores e registros explicam por que ele ocorre e quanto impacto produz.

Como usar fluxograma funcional e swimlanes

As raias podem ser organizadas horizontal ou verticalmente. A escolha depende do tamanho do desenho e da direção predominante do fluxo. O importante é manter consistência e facilitar a leitura.

Cada atividade deve permanecer em uma única raia, correspondente ao responsável por executá-la. Quando duas áreas colaboram, é preferível dividir o trabalho em atividades distintas ou indicar uma interação, em vez de posicionar uma caixa sobre a fronteira.

O excesso de cruzamentos entre raias costuma indicar muitas transferências. Isso não significa automaticamente que o processo está errado, mas revela interfaces que merecem análise de prazo, responsabilidade e qualidade da informação.

Como validar um fluxograma de processos

A validação não deve se limitar à pergunta “o desenho está correto?”. É mais eficaz percorrer situações concretas: uma solicitação completa, uma demanda urgente, um documento rejeitado, uma ausência de informação e um cancelamento.

Durante o exercício, confirme quem inicia cada atividade, quais entradas são necessárias, qual resultado permite avançar e onde a evidência fica registrada. Divergências entre participantes devem ser resolvidas ou documentadas como variações controladas.

Um fluxograma validado representa o processo atual ou o processo futuro acordado. Ele não precisa agradar a todas as áreas, mas deve refletir decisões claras sobre como o trabalho será executado.

Ferramentas para criar fluxogramas

Fluxogramas podem ser produzidos em softwares de diagramas, ferramentas colaborativas, suítes de escritório e plataformas de gestão de processos. A escolha deve considerar colaboração, controle de versão, exportação, padronização dos símbolos e facilidade de atualização.

Para processos simples, uma ferramenta generalista pode ser suficiente. Em ambientes com muitos processos, é importante definir repositório oficial, nomenclatura, responsáveis, revisão e relação com procedimentos e indicadores.

A ferramenta não substitui a governança. Um diagrama visualmente elaborado pode continuar incorreto, desatualizado ou desconectado da operação.

Erros comuns ao fazer fluxogramas

Começar pela ferramenta

Escolher formas e cores antes de compreender o processo produz desenhos bonitos, mas pouco confiáveis. O levantamento e a definição das fronteiras vêm primeiro.

Detalhar tudo no mesmo diagrama

Quando o fluxograma contém dezenas de exceções, documentos e regras, ele perde legibilidade. Macroprocessos, subprocessos e documentos complementares ajudam a separar níveis.

Usar decisões sem critérios

Losangos com perguntas vagas ou saídas sem condição tornam o fluxo subjetivo. A decisão precisa ser verificável.

Ignorar responsabilidades

Um desenho linear pode esconder quem executa cada etapa. Em processos interdepartamentais, o fluxograma funcional costuma oferecer mais valor.

Modelar apenas o processo ideal

Rejeições, atrasos, ausência de informação e cancelamentos fazem parte da operação. Ignorá-los transfere o problema para os executores.

Não controlar revisão

Fluxogramas desatualizados geram conflito com procedimentos e sistemas. O documento precisa ter proprietário e ciclo de revisão.

Quando o fluxograma não é suficiente?

O fluxograma pode se tornar limitado quando o processo envolve eventos intermediários, mensagens entre organizações independentes, atividades paralelas, exceções complexas, subprocessos reutilizáveis ou necessidade de especificação formal para automação.

Nessas situações, a BPMN oferece uma linguagem mais precisa. Para implantação digital, o modelo ainda precisa ser complementado com estados, regras, permissões, SLA, dados, integrações e critérios de aceite do workflow.

Da mesma forma, o fluxograma não substitui SIPOC, Matriz RACI, procedimentos, indicadores ou análise de riscos. Cada artefato responde a uma pergunta diferente sobre o processo.

Conclusão

O fluxograma de processos transforma a sequência de trabalho em uma representação visual que pode ser compreendida, validada e melhorada. Seus símbolos básicos são simples, mas o valor do desenho depende da qualidade do levantamento, da clareza das decisões e da correta associação entre atividades e responsáveis.

Em empresas de engenharia, o fluxograma funcional torna visíveis as interfaces entre áreas técnicas, coordenação, controle documental, fornecedores e cliente. Ele ajuda a localizar esperas, devoluções e transferências que afetam prazo, qualidade e rastreabilidade.

O melhor fluxograma não é o mais detalhado. É aquele que apresenta o nível de informação necessário para orientar a execução, apoiar a análise e preparar a evolução do processo para BPMN, workflow ou automação.

Referências técnicas

[1] INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO 5807:1985 — Information processing — Documentation symbols and conventions for data, program and system flowcharts, program network charts and system resources charts. Geneva: ISO, 1985.

[2] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 9001:2015 — Sistemas de gestão da qualidade — Requisitos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015.

[3] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 31000:2018 — Gestão de riscos — Diretrizes. Rio de Janeiro: ABNT, 2018.

[4] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 21502:2021 — Gerenciamento de projetos, programas e portfólios — Orientação sobre gerenciamento de projetos. Rio de Janeiro: ABNT, 2021.

[5] OBJECT MANAGEMENT GROUP. Business Process Model and Notation (BPMN), Version 2.0.2. Needham: OMG, 2014.

Perguntas frequentes
O que é um fluxograma de processos?

É uma representação visual da sequência de atividades, decisões, retornos e encerramentos de um processo.

Quais são os principais símbolos de um fluxograma?

Os símbolos mais comuns representam início e fim, atividade, decisão, documento, dados, conectores e direção do fluxo.

Como fazer um fluxograma de processos?

Defina objetivo e fronteiras, levante atividades e decisões, distribua responsabilidades, represente exceções e valide o desenho com casos reais.

O que é fluxograma funcional?

É o fluxograma dividido em raias que identificam áreas, funções, papéis ou sistemas responsáveis por cada atividade.

O que significa swimlane?

Swimlane significa raia. No fluxograma funcional, cada raia agrupa as atividades de um participante ou responsável.

Qual é a diferença entre fluxograma e BPMN?

O fluxograma comunica a sequência de forma simples. A BPMN possui semântica padronizada para eventos, mensagens, participantes, paralelismo e exceções complexas.

Fluxograma e workflow são a mesma coisa?

Não. O fluxograma representa o processo; o workflow operacionaliza estados, regras, responsáveis, prazos e registros.

Quando usar SIPOC antes do fluxograma?

Use SIPOC quando ainda for necessário definir fronteiras, fornecedores, entradas, saídas e clientes antes de detalhar a sequência.

Materiais técnicos complementares

1. Compreenda o processo antes de desenhar

2. Aprofunde a representação e a execução

3. Estruture, automatize e acompanhe

4. Consulte fontes externas oficiais