Entenda o Nível de Informação Necessária (LOIN) no BIM, sua diferença para LOD e como definir geometria, dados e documentação para cada entrega.
Confira!
O Nível de Informação Necessária, frequentemente referido pela sigla LOIN (Level of Information Need), é a estrutura usada para definir qual informação precisa existir, com qual extensão e granularidade, para um propósito específico em um determinado marco de entrega. No BIM, ele evita que a produção de modelos seja orientada pela ideia de “quanto mais detalhe, melhor” e desloca a discussão para aquilo que realmente é necessário para decidir, coordenar, contratar, executar, receber ou operar um ativo.
A ABNT NBR ISO 19650-1 define o nível de informação necessária como um sistema descritivo para estabelecer o alcance e a granularidade da informação. O objetivo é impedir tanto a falta quanto o excesso de informação. Em vez de aplicar uma escala única e genérica a todos os objetos do modelo, o LOIN parte do contexto da demanda: por que a informação é necessária, quando será entregue, quem produz e recebe e a quais objetos ou partes do ativo ela se aplica.
Na prática, uma especificação de LOIN combina informação geométrica, informação alfanumérica e documentação. Um equipamento pode precisar de dimensões e posição para coordenação, potência e identificação para projeto elétrico e, em outro marco, fabricante, modelo, garantia e manual para operação. A geometria e os dados necessários mudam conforme a finalidade; não existe um “nível máximo” universal que resolva todas as etapas.
Essa lógica também diferencia LOIN de LOD. O LOD é uma linguagem para comunicar desenvolvimento e confiabilidade de elementos conforme uma definição adotada; o LOIN especifica a informação efetivamente necessária para determinado uso e troca. Os conceitos podem ser complementares, mas respondem a perguntas diferentes. A fronteira correta evita exigir LODs elevados sem necessidade ou centenas de propriedades que não terão uso no marco em questão.
O que é LOIN e por que o BIM precisa de informação necessária, não informação máxima
O princípio central do LOIN é simples: informação só tem valor quando atende a uma necessidade definida. Produzir informação exige tempo de modelagem, parametrização, verificação, manutenção e coordenação. Informação que não será utilizada pode aumentar custo, peso dos modelos e esforço de revisão sem melhorar a tomada de decisão.
A Coletânea de Gerenciamento e Coordenação de Projetos em BIM do BIM Fórum Brasil, publicada em 2026, relaciona o Nível de Informação Necessária diretamente aos requisitos de informação, ao EIR, ao BEP, à matriz de responsabilidades e ao planejamento das entregas. O LOIN funciona como a tradução da necessidade abstrata de informação para um escopo verificável de produção.
A pergunta deixa de ser “qual LOD queremos para o projeto?” e passa a ser: qual informação é necessária para qual propósito, em qual marco, para qual ator e sobre quais objetos?. A partir disso, especificam-se geometria, dados e documentação suficientes para atender ao uso previsto.
Essa mudança reduz duas falhas recorrentes. A primeira é a subespecificação: modelos visualmente desenvolvidos, mas incapazes de fornecer os dados requeridos. A segunda é a superprodução: modelos carregados com detalhes e atributos que não serão utilizados naquele estágio.
O artigo sobre LOD BIM permanece responsável pela maturidade e confiabilidade dos elementos. O LOIN, por sua vez, trata da necessidade informacional da entrega.
Exigir informação sem relacioná-la a um propósito produz dois riscos opostos: faltar dado para uma decisão crítica ou consumir esforço com modelagem e parametrização que não terão uso no marco de entrega.
Estruture primeiro os Requisitos de Informação BIM que originam o LOIN
Propósito, marco, atores e objetos: os quatro pré-requisitos do LOIN
Antes de especificar geometria ou propriedades, é necessário definir o contexto da informação. A referência utilizada pelo BIM Fórum Brasil, baseada na ISO 7817-1:2024, estrutura esse contexto em quatro pré-requisitos: propósito, marco de entrega, atores e objetos.
| Pré-requisito | Pergunta de controle | Exemplo |
| Propósito | por que a informação é necessária? | coordenar interfaces, aprovar solução, orçar, executar ou operar |
| Marco | quando a informação precisa estar disponível? | estudo preliminar, Projeto Básico, Projeto Executivo, entrega As-Built |
| Atores | quem produz e quem recebe? | projetista, coordenador, construtora, operador, contratante |
| Objetos | a quais partes do ativo a exigência se aplica? | painéis, bombas, câmeras, dutos, salas, portas, estruturas |
O propósito é o filtro mais importante. Para coordenação, um equipamento pode precisar de envelope geométrico, conexões e zonas de manutenção. Para orçamento, podem ser necessárias classificação, quantidade e parâmetros de especificação. Para operação, a prioridade pode migrar para identificação, fabricante, modelo, manutenção e documentação vinculada.
O marco de entrega impede antecipar informação sem necessidade. Uma definição exigida no Projeto Executivo pode não ser necessária no Projeto Básico. Ao mesmo tempo, informações críticas para uma decisão de compra de longo prazo podem precisar aparecer antes do restante do detalhamento.
Os atores determinam responsabilidades e capacidade de produção. Não faz sentido exigir de um projetista uma informação que somente o fabricante conhecerá após seleção de produto, a menos que o contrato defina como essa informação será obtida e atualizada.
Os objetos delimitam a aplicação. Uma exigência de número de série pode ser válida para equipamentos manteníveis, mas não para todos os objetos do modelo. A especificação precisa identificar conjuntos, classes ou sistemas aos quais cada requisito se aplica.
Propósito, marco, atores e objetos formam o contexto mínimo da exigência. Sem essa combinação, a equipe sabe quais dados foram pedidos, mas não necessariamente por que, quando e sob qual responsabilidade eles precisam existir.
Conecte requisitos, responsáveis, evidências e critérios de aceite
Geometria, informação alfanumérica e documentação no LOIN
Depois de definido o contexto, o LOIN especifica três componentes complementares da informação: geometria, informação alfanumérica e documentação.
Informação geométrica
A informação geométrica descreve as características da representação espacial necessárias ao uso. Isso pode envolver presença, localização, orientação, dimensões, forma, conexões, interfaces, espaços de acesso ou zonas de manutenção.
O ponto importante é que “mais geometria” não significa necessariamente melhor informação. Para uma etapa inicial de implantação, um transformador pode ser representado por um envelope dimensional suficiente para validar área técnica, acessos e distâncias. Modelar detalhes internos de fabricação não adiciona valor se eles não participam da decisão naquele marco.
Informação alfanumérica
A informação alfanumérica compreende propriedades e dados não geométricos associados aos objetos. Identificação, classificação, sistema, potência, vazão, material, resistência ao fogo, capacidade, fabricante, custo ou criticidade são exemplos possíveis, dependendo do uso.
A especificação precisa definir não apenas o nome do parâmetro, mas quando aplicável também tipo de dado, unidade, formato, classificação e regras de preenchimento. Em fluxos openBIM, o mapeamento para IFC e a possibilidade de validação por IDS tornam esses requisitos progressivamente mais verificáveis.
Documentação
O terceiro componente são documentos relacionados ao objeto ou à entrega: fichas técnicas, certificados, memoriais, manuais de instalação, garantias, relatórios de ensaio, desenhos de fabricante ou registros de comissionamento.
Esse componente é essencial porque nem toda informação útil deve ser convertida em propriedades do modelo. Um modelo de operação pode indicar o identificador e o vínculo de um manual sem reproduzir todo o conteúdo do documento em parâmetros. A decisão deve considerar uso, rastreabilidade e capacidade dos sistemas que receberão a informação.
LOIN não é uma lista de parâmetros. A especificação correta equilibra geometria, dados e documentos conforme o uso. Parte da informação pode estar no objeto; outra parte pode permanecer em documentos vinculados e controlados.
Mantenha modelos e documentos rastreáveis em um Ambiente Comum de Dados
LOIN x LOD: qual é a diferença e quando usar cada conceito
LOIN e LOD são relacionados, mas não equivalentes. O LOD — Level of Development comunica o estado de desenvolvimento e a confiabilidade de elementos conforme uma convenção específica. O LOIN — Level of Information Need descreve a informação necessária para um propósito e uma troca.
| Critério | LOD | LOIN |
| foco | desenvolvimento e confiabilidade do elemento | necessidade de informação para um uso |
| lógica | níveis convencionados de desenvolvimento | especificação orientada por propósito |
| pergunta principal | até que ponto o elemento está desenvolvido? | qual informação é necessária nesta entrega? |
| aplicação | comunicação de maturidade | requisitos, escopo e critérios de entrega |
| informação | associada ao estado de desenvolvimento adotado | geometria + dados + documentação conforme necessidade |
Dizer apenas que um QGBT deve estar em LOD 300 não informa automaticamente quais propriedades o contratante exige, como o equipamento será classificado ou quais documentos devem acompanhá-lo. Da mesma forma, uma lista extensa de propriedades sem qualquer referência à maturidade da solução pode exigir dados que ainda não são confiáveis naquela fase.
A combinação é útil quando cada conceito preserva sua função. O LOD pode indicar a maturidade do elemento; o LOIN define o que deve ser entregue para o uso. O requisito final fica mais defensável quando relaciona uso → marco → elemento → geometria necessária → dados necessários → documentação → responsável → aceite.
Essa fronteira também reduz canibalização de escopo entre projetistas, fornecedores e construtores. Informações de fabricação não devem ser transferidas para o projetista apenas porque são possíveis de modelar; precisam estar vinculadas à responsabilidade contratual e ao momento correto da cadeia de entrega.
LOD e LOIN podem ser usados em conjunto, mas não devem ser confundidos. O primeiro comunica desenvolvimento e confiabilidade; o segundo delimita a informação necessária ao propósito e à entrega. Misturá-los tende a gerar escopos difíceis de medir e aceitar.
Compare a função do LOD no desenvolvimento dos elementos BIM
Como definir o Nível de Informação Necessária em um projeto BIM
Uma especificação prática de LOIN deve nascer dos Requisitos de Informação BIM e dos usos previstos para o projeto. Não é recomendável começar copiando uma matriz genérica de outro empreendimento.
Uma sequência consistente pode ser estruturada assim:
- Definir o propósito da informação. Identificar a decisão, atividade ou uso que será suportado.
- Associar o propósito a um marco. Determinar em qual fase ou troca a informação precisa estar disponível.
- Delimitar os objetos aplicáveis. Identificar classes, sistemas, ambientes ou elementos aos quais a exigência se aplica.
- Definir informação geométrica necessária. Estabelecer quais características espaciais precisam estar representadas e com que precisão ou extensão.
- Definir informação alfanumérica necessária. Especificar propriedades, classificações, unidades, formatos e valores esperados.
- Definir documentação associada. Determinar quais documentos precisam acompanhar ou estar vinculados aos objetos e entregas.
- Atribuir responsabilidade. Registrar quem deve produzir, revisar e receber cada informação.
- Definir método de verificação e aceite. Estabelecer como será comprovado que a entrega atende ao requisito.
Uma matriz de LOIN pode organizar essas dimensões por disciplina, sistema, objeto, fase e uso. O objetivo não é criar uma planilha gigantesca, mas tornar visível a relação entre necessidade e obrigação de entrega.
O rigor deve ser proporcional ao projeto. Empreendimentos repetitivos podem utilizar templates corporativos, mas eles precisam ser adaptados aos marcos, usos e responsabilidades concretos. Requisitos excessivamente genéricos tendem a produzir interpretações diferentes entre contratante, projetistas e construtores.
Como o LOIN se conecta a EIR, BEP, MIDP, IDS e auditoria BIM
O LOIN não funciona isoladamente. Ele integra a cadeia de gestão da informação definida pela ISO 19650 e operacionalizada nos documentos de contratação e planejamento.
O EIR utiliza o Nível de Informação Necessária para especificar quais informações são exigidas nas trocas associadas aos compromissos. É nele que a necessidade deixa de ser apenas uma expectativa técnica e passa a influenciar escopo, responsabilidades e condições de entrega.
O BEP organiza como a equipe pretende atender aos requisitos. Ele pode consolidar padrões de modelagem, procedimentos, ferramentas, responsabilidades e métodos utilizados para produzir a informação requerida.
O TIDP e o MIDP levam o requisito para o planejamento das entregas. A Coletânea BIM Fórum Brasil relaciona diretamente o Nível de Informação Necessária e a matriz de responsabilidades à elaboração dos planos de entrega das equipes de tarefa e à consolidação do cronograma mestre.
O IDS pode formalizar parte dos requisitos alfanuméricos de forma computável em modelos IFC. Quando aplicável, isso permite automatizar verificações de existência, classificação e propriedades. Mas IDS não substitui toda a especificação de LOIN, pois geometria, documentação, contexto de uso e critérios que exigem julgamento técnico podem demandar outros métodos de validação.
A Auditoria BIM e o Model Checking utilizam os requisitos como referência de conformidade. Sem um LOIN definido, a pergunta “o modelo está completo?” fica subjetiva. Com o requisito estabelecido, é possível verificar se a informação necessária para aquele marco foi efetivamente entregue.
O LOIN ganha valor contratual quando também define como o atendimento será demonstrado. Critérios verificáveis permitem transformar “modelo completo” em requisitos objetivos de entrega, auditoria, medição e aceite.
Veja como requisitos definidos se transformam em verificações na Auditoria BIM
LOIN como critério de contratação, medição e aceite de entregáveis BIM
O maior valor do LOIN aparece quando ele é usado para reduzir ambiguidade contratual. Expressões como “modelo detalhado”, “BIM completo” ou “modelo compatível com operação” não delimitam adequadamente esforço, responsabilidade ou critério de aceitação.
Uma especificação de Nível de Informação Necessária permite vincular o escopo a usos concretos. Um modelo de Projeto Básico pode exigir geometria suficiente para interfaces e espaços técnicos, propriedades de capacidade e classificação e documentação de premissas. No Projeto Executivo, a mesma classe de objeto pode exigir conexões consolidadas, dados de especificação e documentos adicionais. Na entrega As-Built, outras informações podem ser requeridas para operação.
Isso melhora também a precificação. A quantidade e a complexidade dos dados exigidos afetam diretamente horas de modelagem, parametrização, coordenação, desenvolvimento de famílias, exportação, auditoria e atualização. Requisitos definidos somente após a contratação frequentemente geram retrabalho e disputas sobre escopo.
Do ponto de vista de medição, o LOIN cria critérios verificáveis. Em vez de medir apenas a existência do arquivo, é possível avaliar se a informação prevista para o marco foi produzida e aprovada. Isso fortalece processos de governança, Gestão de Requisitos, Evidências e Critérios de Aceite e controle de entregáveis.
A Gestão BIM e Informação de Engenharia pode estruturar essa cadeia desde a definição dos requisitos até a validação dos modelos. Em projetos em que os entregáveis serão utilizados para execução ou operação, serviços de Projeto Executivo e As-Built de Engenharia precisam receber requisitos compatíveis com os usos esperados.
O LOIN não busca maximizar o modelo. Seu objetivo é entregar a informação necessária, suficiente e verificável para o propósito correto, no momento correto e sob responsabilidade definida. Essa abordagem reduz desperdício de modelagem e transforma requisitos BIM em uma base mais objetiva para planejamento, contratação, coordenação e aceite.
Referências técnicas
[1] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 19650-1:2022 — Gestão da informação usando modelagem da informação da construção — Parte 1: Conceitos e princípios. Versão Corrigida 2:2025. Rio de Janeiro: ABNT, 2022.
[2] INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO 7817-1:2024 — Building information modelling — Level of information need — Part 1: Concepts and principles. Geneva: ISO, 2024.
[3] BIM FÓRUM BRASIL. Coletânea Gerenciamento e Coordenação de Projetos em BIM: Guia Conceitos Gerais. 1. ed. São Paulo: BIM Fórum Brasil, 2026.
[4] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 19650-2:2022 — Gestão da informação usando modelagem da informação da construção — Parte 2: Fase de entrega de ativos. Versão Corrigida 2:2025. Rio de Janeiro: ABNT, 2022.
Perguntas frequentes
LOIN é a sigla usada para Level of Information Need, ou Nível de Informação Necessária. Ele define a extensão e a granularidade da informação necessária para um propósito, marco, ator e conjunto de objetos específicos.
Não. LOD comunica desenvolvimento e confiabilidade de elementos conforme uma convenção adotada. LOIN especifica qual geometria, informação alfanumérica e documentação são necessárias para determinado uso e entrega.
A especificação considera informação geométrica, informação alfanumérica e documentação, sempre orientadas pelo contexto da demanda de informação.
Propósito, marco de entrega, atores e objetos. Esses quatro elementos estabelecem por que, quando, por quem e sobre quais partes do ativo a informação será requerida.
Não como lógica principal. O Nível de Informação Necessária é orientado ao propósito e não depende de uma escala linear genérica de níveis predeterminados.
Sim. LOD pode comunicar maturidade e confiabilidade do elemento, enquanto LOIN especifica a informação efetivamente necessária para o uso e o marco de entrega.
O EIR pode incorporar o Nível de Informação Necessária para especificar as informações exigidas em cada troca contratual, tornando o requisito mais claro e verificável.
Não. IDS pode formalizar e automatizar parte dos requisitos de informação em modelos IFC, principalmente propriedades e classificações. O LOIN também inclui geometria, documentação, propósito, atores e contexto de entrega.
A definição parte das necessidades da parte requerente e dos requisitos de informação. Gerenciamento e Gestão BIM podem estruturar a especificação, que depois é incorporada ao planejamento e às responsabilidades das equipes de entrega.
Porque delimita o que realmente precisa ser produzido e entregue em cada marco, reduzindo ambiguidade de escopo, excesso de modelagem, exigências tardias e discussões subjetivas durante o aceite.
Materiais técnicos complementares
Soluções de governança e informação
- Gestão de Requisitos, Evidências e Critérios de Aceite — conecta a necessidade de informação aos responsáveis, evidências e condições objetivas de aprovação.
- Ambiente Comum de Dados e Gestão da Informação BIM — controla estados, revisões e publicação dos contêineres que materializam os requisitos de informação.
- Governança Documental e Sistema de Gestão de Documentos — organiza a documentação associada aos modelos e demais entregáveis ao longo do ciclo de vida.
Serviços de engenharia relacionados
- Gestão BIM e Informação de Engenharia — estrutura requisitos, responsabilidades, níveis de informação e planejamento das entregas.
- Projeto Executivo — utiliza requisitos de informação compatíveis com execução, coordenação e documentação técnica final.
- Design Review — avalia se a informação disponível é suficiente para suportar decisões técnicas e avanço de maturidade.
- As-Built de Engenharia — consolida geometria, dados e documentação necessários para representar a condição construída e suportar a operação.
Conteúdos técnicos correlatos
- Requisitos de Informação BIM: OIR, AIR, PIR e EIR — mostra de onde nasce a necessidade de informação que será detalhada pelo LOIN.
- LOD BIM — diferencia maturidade e confiabilidade do elemento da informação necessária ao uso.
- IDS BIM — formaliza parte dos requisitos alfanuméricos em formato computável para modelos IFC.
- Auditoria BIM e Model Checking — utiliza requisitos definidos para verificar conformidade das entregas.
- Modelagem BIM — aborda como objetos, propriedades e estruturas são produzidos para atender requisitos de informação.
- Gestão da Informação em BIM e ISO 19650 — contextualiza o LOIN dentro do sistema mais amplo de gestão da informação.
Guias e referenciais aprofundados
- Guia Completo de BIM e Compatibilização de Projetos — integra requisitos, informação, coordenação e ciclo de vida dos modelos.
- Compatibilização de Projetos BIM: framework técnico — consolida governança, interoperabilidade, coordenação e critérios de aceite.