O Projeto de Detecção e Alarme de Incêndio (SDAI) define como princípios de incêndio serão detectados, sinalizados, supervisionados e tratados em cada ambiente. O projeto coordena detectores, acionadores, avisadores, módulos, laços, centrais, fontes, cabeamento, interfaces e lógica de operação.

A solução deve considerar ocupação, riscos, geometria, ventilação, interferências, rotas de fuga, continuidade, manutenção e integração com outros sistemas de proteção. O resultado é uma documentação técnica verificável para aprovação, contratação, implantação e aceite.

Objetivos

  • Definir cobertura de detecção e sinalização compatível com cada risco.
  • Assegurar supervisão de circuitos, fontes, falhas e dispositivos.
  • Coordenar alarmes, comandos e interfaces de segurança.
  • Estabelecer critérios de testes, operação e manutenção.

Escopo de atuação

  • Classificação de ambientes e seleção de tecnologias de detecção.
  • Distribuição de detectores, acionadores, sirenes e sinalizadores.
  • Arquitetura endereçável ou convencional, laços, zonas e centrais.
  • Fontes, baterias, autonomia, infraestrutura e segregação de circuitos.
  • Interfaces com HVAC, elevadores, portas, controle de acesso, pressurização e supressão.
  • Matriz de causa e efeito, prioridades, temporizações e procedimentos.
  • Integração com sonorização de emergência e supervisão remota.

Metodologia

O desenvolvimento começa pelo levantamento arquitetônico, ocupacional e de riscos. São definidos cenários, zonas, tecnologias, arquitetura e interfaces. A matriz de causa e efeito consolida o comportamento esperado, e os documentos são compatibilizados com elétrica, HVAC, arquitetura, segurança e combate a incêndio.

Entregáveis

  • Plantas de distribuição e encaminhamento.
  • Diagramas de laços, zonas e interligações.
  • Memorial descritivo e critérios de projeto.
  • Matriz de causa e efeito.
  • Especificações técnicas e lista de materiais.
  • Memória de autonomia e alimentação.
  • Plano de testes, comissionamento e aceite.

Quando contratar

Recomendado para novos edifícios, ampliações, reformas, regularização, substituição de centrais obsoletas, integração com outros sistemas de segurança ou correção de instalações sem supervisão, documentação ou lógica operacional definida.