O exacqVision é um software de gerenciamento de vídeo (VMS) utilizado para receber, gravar, reproduzir, pesquisar e administrar vídeo de câmeras IP em arquiteturas locais ou distribuídas.

A definição do VMS precisa considerar mais do que compatibilidade com câmeras. Quantidade de canais, resolução, bitrate, retenção, armazenamento, usuários simultâneos, autenticação, integrações, disponibilidade e expansão afetam diretamente a arquitetura e o desempenho do sistema.

Na engenharia do sistema, rede, servidores, storage, estações de operação, licenciamento, sincronismo de tempo e políticas de gravação precisam ser dimensionados como partes do mesmo ambiente de videomonitoramento.

Condição observadaRisco ou limitaçãoResposta de engenharia
Expansão de câmeras ou resolução sem revisão do sistemaGargalo de gravação, rede, processamento ou armazenamentoRecalcular throughput, retenção, capacidade de disco e recursos de servidor
Vários servidores administrados isoladamenteConfigurações divergentes e baixa visibilidade sobre saúde do ambienteEstruturar administração centralizada, monitoramento e padrões de configuração
Integrações com acesso, analytics ou sistemas externosEventos sem correlação, perda de contexto ou dependência não documentadaDefinir interfaces, eventos, timestamps, permissões e testes integrados
Retenção definida apenas em diasArmazenamento insuficiente diante de bitrate e perfil real de gravaçãoDimensionar por volume de dados, política de gravação, margem e crescimento
Ausência de testes de falha e recuperaçãoSistema opera em condição normal, mas não comprova continuidadeDefinir cenários degradados, recuperação e evidências de aceite

Visão Geral do Sistema

O exacqVision possui uma arquitetura cliente-servidor, permitindo que cada computador seja configurado como cliente, servidor ou como uma combinação de ambos.

Arquitetura do ExacqVision

Cliente

O client do exacqVision é o componente de software responsável por estabelecer conexão com o servidor exacqVision através de uma rede TCP/IP, consumindo os serviços expostos para acesso a streams de vídeo em tempo real, execução de reproduções gravadas, envio de comandos de controle (como PTZ, por exemplo), consulta de metadados, configuração de dispositivos e gerenciamento da plataforma.

O fluxo de autenticação e autorização é gerenciado através de um sistema de credenciais que pode ser validado diretamente pelo próprio servidor exacqVision ou, em ambientes corporativos, integrado a um servidor LDAP, permitindo que políticas de controle de acesso existentes (como grupos de usuários e permissões centralizadas) sejam aplicadas diretamente no sistema de vídeo.

Apenas usuários devidamente autenticados e com permissões associadas têm autorização para modificar parâmetros do sistema, alterar políticas de gravação, ajustar permissões de outros usuários e realizar ações críticas relacionadas à operação e segurança da plataforma.

Em termos de autenticação e controle de acesso, o exacqVision Server oferece suporte nativo a autenticação local, mas pode ser configurado para integração com servidores LDAP, permitindo centralizar o gerenciamento de credenciais e aplicar políticas corporativas de controle de acesso diretamente no sistema de vídeo.

Cada usuário autenticado possui um perfil associado, onde permissões específicas determinam quais câmeras podem ser visualizadas, quais configurações podem ser alteradas, quais eventos podem ser reconhecidos e quais ações administrativas podem ser executadas.

Todas as atividades realizadas por usuários autenticados são registradas em logs de auditoria detalhados, garantindo rastreabilidade completa de operações críticas.

O client desktop é implementado como um “thick client“, o que significa que a responsabilidade pela decodificação e descompactação dos streams de vídeo recebidos é transferida para a máquina local onde o software está instalado.

ExacqVision Desktop Client

Essa arquitetura descentraliza a carga de processamento, reduz a utilização de CPU e memória no servidor e permite que cada estação de trabalho gerencie localmente a renderização e manipulação das imagens, aproveitando recursos de hardware como aceleração por GPU.

Por outro lado, tanto o client web quanto o client mobile são implementados como “thin clients“, onde a decodificação, descompactação e processamento de vídeo são realizadas diretamente no servidor exacqVision antes do envio ao navegador/dispositivo móvel.

Esse modelo de utilização concentra a carga computacional no backend e simplifica o lado da aplicação cliente, permitindo acesso sem necessidade de pré-instalação ou dependências locais, mas aumentando a exigência de capacidade de processamento e largura de banda no servidor central.

Servidor

O servidor é responsável por estabelecer conexões diretas e persistentes com cada câmera IP/encoder configurado, processar os streams recebidos, armazenar os dados de vídeo e metadados em volumes locais ou remotos, além de disponibilizar esses conteúdos para os clientes conectados em tempo real.

Toda a comunicação ocorre sobre rede TCP/IP, utilizando protocolos padronizados como RTSP ou ONVIF, ou através de drivers nativos para determinados fabricantes, dependendo do modelo e da integração aplicada.

A execução do exacqVision Server ocorre como um serviço de sistema, sem interface gráfica local, sendo todo o processo de gerenciamento, configuração e operação realizado de forma remota pelos clients.

Após a recepção dos streams de vídeo, o servidor pode aplicar algoritmos de detecção de movimento, segmentar as gravações em blocos de tamanho configurável e indexar metadados associados para permitir buscas rápidas e eficientes com base em horário, evento ou câmera.

Para cada conexão estabelecida, o servidor negocia parâmetros como codec, resolução, taxa de bits e autenticação, ajustando dinamicamente buffers de recepção conforme a estabilidade da rede e as condições do dispositivo remoto.

Toda gravação é acompanhada de registros de eventos, associando os vídeos não apenas a marcações temporais, mas também a eventos de sistema, como perda de sinal, falhas de hardware ou acionamentos externos.

Esses eventos ficam registrados em bancos locais e podem ser consultados ou auditados pelos clientes, de acordo com as permissões de cada usuário.

Web Service

O servidor pode hospedar opcionalmente um serviço web integrado, responsável por oferecer a interface de cliente web e de dispositivos móveis.

Nesses cenários, o servidor assume a responsabilidade completa pelo processo de transcodificação, descompactação e reempacotamento dos streams de vídeo para formatos compatíveis com navegadores e sistemas móveis, o que impõe uma carga de processamento adicional que precisa ser considerada no dimensionamento da infraestrutura.

A capacidade do exacqVision Server de atender múltiplos clientes simultâneos, processar eventos em tempo real e manter uma operação estável e resiliente depende diretamente do dimensionamento correto da infraestrutura de hardware.

Em ambientes distribuídos, múltiplos servidores exacqVision podem atender grupos distintos de câmeras. A edição Enterprise adiciona administração centralizada de usuários, câmeras e armazenamento em vários servidores, enquanto o Enterprise Manager complementa a arquitetura com monitoramento de saúde e disponibilidade dos gravadores.

ExacqVision Edge

O ExacqVision Edge é uma opção da plataforma exacqVision para execução diretamente no hardware embarcado de câmeras IP compatíveis.

Em vez de depender de um servidor centralizado para processamento e armazenamento, o Edge converte a própria câmera em um nó autônomo de gravação e análise, operando como um microservidor VMS distribuído.

O pacote do ExacqVision Edge é instalado diretamente no ambiente operacional da câmera, utilizando a API ou SDK do fabricante para integração com o subsistema de armazenamento interno (armazenamento de borda) e com os pipelines de codificação de vídeo nativos da câmera.

ExacqVision Rodando em Câmera AXIS

O exacqVision Edge permite distribuir a gravação para dispositivos compatíveis, reduzindo a dependência de um gravador central em determinados cenários. A adoção deve considerar capacidade local de armazenamento, política de retenção, disponibilidade do dispositivo, recuperação de gravações e integração com a operação central.

Cliente e Servidor

Existem também configurações onde o mesmo equipamento executa simultaneamente os componentes servidor e cliente do exacqVision.

Nesse caso o sistema opera em modo standalone integrado, eliminando a necessidade de comunicação remota entre os módulos principais.

Esse modelo é frequentemente utilizado em appliances exacqVision (NVRs), onde a aplicação cliente é pré-instalada para permitir monitoramento e gerenciamento direto a partir do próprio hardware servidor.

Essa flexibilidade torna a arquitetura cliente-servidor combinada especialmente adequada para ambientes de pequeno porte, instalações isoladas ou cenários onde a simplicidade e o desempenho local são fatores críticos para a operação.

Ao mesmo tempo, o sistema permanece compatível com ambientes distribuídos maiores, onde o mesmo equipamento pode ser posteriormente integrado a uma arquitetura mais ampla através do Enterprise Manager ou de outros mecanismos de descoberta e gerenciamento centralizado.

Licenciamento

O mecanismo de licenciamento do exacqVision é baseado diretamente na identificação do endereço MAC de uma interface de rede presente no servidor onde o serviço está instalado.

Em ambientes onde o servidor utiliza configurações avançadas de rede, como agregação de links ou virtualização de interfaces, a visibilidade consistente de um endereço MAC fixo pode ser comprometida, impedindo o correto reconhecimento da licença.

O exacqVision não utiliza uma licença base para habilitação do servidor propriamente dito.

O modelo de licenciamento é totalmente baseado em licenças individuais associadas a cada canal de vídeo configurado no servidor.

Cada canal, correspondente a uma câmera IP ou encoder analógico, consome uma licença dedicada, vinculada ao identificador lógico do canal no sistema.

A expansão da capacidade de câmeras de um servidor é realizada através da aplicação de licenças incrementais, permitindo que novos canais sejam ativados conforme a demanda evolui.

Integrações

A plataforma exacqVision foi desenvolvida com uma arquitetura modular e extensível, permitindo a incorporação de novas funcionalidades e fluxos de dados através de plugins e integrações diretas com sistemas de terceiros.

Essa capacidade de integração é essencial para cenários onde o VMS precisa atuar como parte de um ecossistema maior, abrangendo segurança física, automação predial, controle de acesso e auditoria de transações.

Plugins

O exacqVision oferece um framework de plugins que permite a adição de componentes de software executados diretamente no servidor ou no cliente, expandindo as funcionalidades nativas do sistema. Plugins podem ser desenvolvidos para diversos propósitos, como:

  • Processamento analítico em tempo real, aplicando algoritmos de reconhecimento facial, detecção de objetos ou contagem de pessoas diretamente sobre os streams recebidos.
  • Enriquecimento de metadados de gravação, associando informações externas (como dados de sensores ou dispositivos IoT) aos eventos capturados em vídeo.
  • Automação de processos internos, como a execução de scripts customizados em resposta a eventos específicos disparados pelo servidor, incluindo alarmes, falhas de hardware ou detecções de movimento.

Os plugins são desenvolvidos em conformidade com o exacqVision Plugin SDK, disponibilizado para parceiros e desenvolvedores. Esse SDK oferece acesso direto às camadas de eventos, metadados e controle de dispositivos do exacqVision Server, permitindo a criação de extensões nativas que operam com a mesma eficiência das funções internas da plataforma.

A instalação e gerenciamento de plugins é realizada diretamente através do exacqVision Client ou via interface administrativa, com controle granular de permissões para determinar quais usuários podem habilitar ou desabilitar extensões em cada servidor. Logs específicos de execução e erros de plugins são mantidos para diagnóstico e auditoria.

Outros Sistemas

O exacqVision também foi projetado para integração direta com sistemas de segurança e automação externos, incluindo controle de acesso, sistemas de ponto de venda (POS), plataformas de automação predial e sistemas de monitoramento de alarmes e incêndio.

A integração com controle de acesso permite a associação de eventos de acesso diretamente com gravações de vídeo.

Cada evento é indexado junto ao vídeo correspondente, permitindo que operadores executem buscas combinando critérios de horário, câmera e evento de acesso.

Para integrações com sistemas de ponto de venda (POS) ou plataformas de transações, o exacqVision é capaz de registrar fluxos de transações diretamente no banco de dados de eventos, associando cada linha de transação a um timestamp e a um canal de vídeo.

Isso permite a execução de buscas específicas por texto (descrições de itens, códigos de produto, valores) diretamente a partir da interface do exacqVision Client, com reprodução sincronizada da gravação correspondente à transação consultada. Essa funcionalidade é particularmente utilizada em ambientes de varejo, onde auditoria de vendas e investigação de fraudes são requisitos críticos.

Em ambientes mais complexos, a integração com sistemas PSIM (Physical Security Information Management) é suportada, permitindo que o exacqVision exponha seu estado operacional, eventos e status de câmeras diretamente para plataformas de comando e controle centralizado.

O gerenciamento e configuração de integrações com sistemas externos é realizado através da camada de Event Linking, onde eventos recebidos de fontes externas podem ser configurados para disparar ações automáticas no VMS, como iniciar gravações, gerar alertas visuais ou acionar dispositivos de saída.

Toda a comunicação entre o exacqVision e sistemas externos pode ser protegida com TLS e mecanismos de autenticação mútua, garantindo que apenas sistemas autorizados tenham permissão para injetar eventos ou consultar dados sensíveis no ambiente de gravação.

Critérios de dimensionamento e arquitetura

O dimensionamento de um ambiente exacqVision deve partir da quantidade de canais, resolução, codec, frame rate, bitrate, perfil de gravação e período de retenção. Esses parâmetros determinam volume de armazenamento, tráfego de rede, capacidade de escrita em disco e recursos de processamento necessários.

A carga do servidor também depende de clientes simultâneos, web clients, transcodificação, integrações e recursos adicionais. Em arquiteturas maiores, redes de câmeras e de armazenamento devem ser tratadas separadamente quando necessário, com endereçamento estável, capacidade de uplink e políticas de segmentação compatíveis com o tráfego de vídeo.

Licenciamento é outro requisito de projeto. O exacqVision utiliza licenças por câmera, e a licença do servidor é associada ao endereço MAC de uma interface de rede. Configurações com NIC teaming, virtualização ou mudanças de hardware devem ser avaliadas antes da implantação para evitar impacto na ativação e na continuidade do sistema.

Em sistemas distribuídos, a arquitetura deve prever falhas de servidor, indisponibilidade de rede, recuperação de gravações e administração de múltiplos sites. Redundância só deve ser considerada atendida quando houver critérios explícitos de falha, recuperação e perda aceitável de vídeo.

Integração ao sistema de videomonitoramento

O VMS deve operar de forma coerente com câmeras, NVRs, analytics, controle de acesso e demais fontes de evento. Integrações precisam ser avaliadas por compatibilidade efetiva, tipo de evento disponível, comportamento de gravação e capacidade de investigação posterior.

Na fase de comissionamento, devem ser testados gravação contínua e por evento, reprodução, exportação, perfis de usuário, autenticação, perda de câmera, falha de armazenamento, desempenho dos clientes e recuperação após interrupções. O aceite precisa demonstrar o comportamento esperado do sistema em condições normais e de falha.

VMS é parte de uma arquitetura de vídeo, não apenas um software de gravação.

Capacidade, retenção, rede, eventos, autenticação e recuperação precisam ser definidos antes da implantação e verificados no comissionamento.

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Ciclo de vida, operação e continuidade

A implantação deve partir de requisitos de cobertura, qualidade de imagem, retenção, disponibilidade e investigação. Esses requisitos definem câmeras, streams, quantidade de servidores, volumes de armazenamento, redes, estações de trabalho e licenças; por isso, a arquitetura precisa ser fechada antes da configuração operacional.

Depois da entrada em produção, o ambiente continua evoluindo. Inclusão de câmeras, alteração de resolução, novos analytics, mudanças de retenção, atualização de software, substituição de discos ou interfaces de rede podem modificar carga, consumo de armazenamento e comportamento dos clientes. Cada mudança relevante deve ser registrada e reavaliada contra a capacidade disponível.

Continuidade também precisa ser tratada por domínio de falha. Servidores distintos não representam redundância se dependem do mesmo storage, switch, circuito elétrico ou caminho de rede. Em ambientes críticos, critérios de perda aceitável de vídeo, tempo de recuperação e operação durante indisponibilidades devem ser definidos explicitamente.

Verificação, comissionamento e aceite

O comissionamento deve confirmar que os requisitos especificados se transformaram em comportamento observável. Isso inclui gravação contínua e por evento, reprodução, pesquisa, exportação, autenticação, permissões, PTZ quando aplicável, retenção, saúde de armazenamento, logs e integração com fontes externas de evento.

Testes de carga devem representar a quantidade real ou projetada de câmeras e clientes. Uma plataforma que funciona com poucos canais durante a configuração pode apresentar perda de frames, latência, filas de gravação ou saturação de rede quando submetida ao volume previsto.

Também devem ser testados estados degradados: perda de câmera, indisponibilidade de servidor, falha de disco, interrupção de rede, indisponibilidade de integração e recuperação após reinicialização. O aceite precisa registrar resultado, evidência e condição objetiva para encerramento de qualquer pendência.

Documentação e rastreabilidade

A documentação final deve registrar arquitetura de servidores, interfaces de rede, câmeras e canais, volumes de armazenamento, políticas de retenção, usuários e perfis, integrações, licenças, versões de software, parâmetros relevantes e procedimentos de backup e recuperação.

Em ambientes distribuídos, a relação entre câmera, servidor, site, storage e responsável operacional precisa permanecer identificável. Isso reduz tempo de diagnóstico e evita que expansões ou substituições dependam de conhecimento informal sobre onde cada elemento está configurado.

Aplicações e ambientes de uso

O exacqVision pode compor sistemas corporativos, comerciais, industriais, logísticos e multisite quando a necessidade envolve gerenciamento centralizado de vídeo, investigação, integração com outros sistemas e expansão gradual de canais.

A arquitetura adequada varia com a criticidade. Um sistema local com poucas câmeras pode concentrar cliente, servidor e armazenamento em um appliance, enquanto operações distribuídas exigem separação de funções, monitoramento de saúde, administração de múltiplos servidores e planejamento de continuidade.

Considerações de Engenharia

Retenção não pode ser dimensionada apenas em dias

O período de retenção só se torna um requisito técnico completo quando relacionado a quantidade de canais, bitrate, resolução, frame rate, perfil de gravação e margem operacional. Alterações nesses parâmetros podem consumir a capacidade disponível muito antes do esperado.

Compatibilidade de câmera não garante desempenho do sistema

Uma câmera suportada pelo VMS ainda depende de rede, servidor, armazenamento e configuração adequados. O desempenho deve ser avaliado no caminho completo entre aquisição, gravação, consulta e exportação.

Operação normal não comprova recuperação

A capacidade de gravar vídeo em condição estável não demonstra comportamento diante de falha. Recuperação de serviço, integridade de gravações, retorno de integrações e disponibilidade de evidências precisam ser exercitados no comissionamento.

Serviços que materializam a solução

A definição de câmeras, cobertura, streams, retenção, VMS, armazenamento e rede pode ser estruturada pelo Projeto de CFTV IP e Videomonitoramento, evitando que a plataforma seja dimensionada apenas pela quantidade de canais.

Quando o VMS participa de uma arquitetura com controle de acesso, intrusão e outros subsistemas, o Projeto de Segurança Eletrônica Integrada define interfaces e requisitos comuns. A etapa de implantação pode ser verificada por Ensaios e Testes Técnicos e Comissionamento de Equipamentos.

Na transferência para operação, o Recebimento Técnico organiza pendências e critérios de aceite, enquanto o As-Built de Engenharia consolida a configuração final, documentação e registros necessários para manutenção e expansão.

Um VMS deve ser aceito pelo comportamento do sistema, não apenas pela instalação do software.

Capacidade, retenção, rede, eventos, autenticação, recuperação e documentação precisam ser verificáveis antes da transferência para operação.

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